Converse apaga campanha após acusações de alusão à Ku Klux Klan
A Converse retirou do ar uma campanha após ser acusada de fazer referência à Ku Klux Klan (KKK). A peça apresentava Karina, integrante do grupo de K-pop Aespa, em uma composição que, pela iluminação e pelo enquadramento, foi associada por internautas ao capuz utilizado pelo grupo supremacista branco.
Outros elementos da campanha — como o corpo dela com impressão de estar flutuando e uma segunda imagem, em que pessoas aparecem sobre uma escada alcançando calçados pendurados em uma árvore — foram interpretados como referências a linchamentos e à violência racial histórica nos Estados Unidos.
Diante da repercussão, a Converse removeu o conteúdo dos canais oficiais e publicou uma nota reconhecendo o erro:
“Pedimos desculpas. Entendemos por que essa imagem é profundamente perturbadora e reconhecemos que erramos. Nós a removemos de nossos canais e estamos trabalhando para que ela seja retirada de todos os lugares onde apareceu. Isso não deveria ter acontecido e faremos melhor.”
E fica o questionamento: até que ponto marcas globais podem falhar em processos de checagem cultural antes de publicar suas campanhas?
